Altman & Ive: O Plano para Embarcar a IA
Na última semana, o New Yorker revelou detalhes sobre uma parceria de peso: Sam Altman, CEO da OpenAI, e Jony Ive, o designer por trás do iPhone, estão desenvolvendo um novo dispositivo de inteligência artificial pessoal. É a tentativa mais clara de transformar IA generativa em produto físico de massa e talvez a aposta mais inteligente do mercado neste momento.
Na última semana, o New Yorker revelou detalhes sobre uma parceria de peso: Sam Altman, CEO da OpenAI, e Jony Ive, o designer por trás do iPhone, estão desenvolvendo um novo dispositivo de inteligência artificial pessoal. É a tentativa mais clara de transformar IA generativa em produto físico de massa e talvez a aposta mais inteligente do mercado neste momento.
O projeto quer romper com o modelo centrado em telas e reinventar a interação com tecnologia. Imagine um verdadeiro assistente de IA portátil. Não é apenas o buzzwording. Altman e Ive querem fundar a nova categoria que virá depois do smartphone.
Por que isso importa?
Novo mercado à vista: IA generativa já mostrou apelo massivo com softwares como
ChatGPT. Mas a grande oportunidade é hardware + serviço, onde a fidelização é
maior e a margem, melhor.
Timing perfeito: Com Apple, Google e Meta ainda tateando o que fazer com IA
embarcada, Altman e Ive têm uma chance real de capturar a liderança de um novo
ecossistema.
Capacidade de execução: Altman tem acesso a um dos modelos mais avançado do
mundo. Ive sabe transformar inovação técnica em produto desejável. E o SoftBank
está sinalizando bilhões em financiamento.
Há, sim, desafios — especialmente em escalabilidade e diferenciação funcional. Mas para investidores e executivos atentos, o recado é claro: não subestime o valor de mover IA do software para o bolso. Essa é a virada de chave que transformou o computador em commodity e o smartphone em plataforma. A IA pode seguir o mesmo caminho.
Conclusão
Enquanto a maioria das empresas ainda tenta descobrir como integrar IA a seus processos, Altman e Ive estão fazendo a pergunta certa: e se a IA for o processo? Quem entender isso primeiro, vai colher mais do que buzz — pode ser uma revolução tão grande (ou maior) do que foi o iPhone.
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